quinta-feira, 10 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Jesus dos pobres
Era mês de maio, aquele frio de madrugada, o vento batia forte em meu rosto. Não desanimei por causa do frio. Fiquei firme ali esperando para começar a Santa Missa naquela praça da cidade. Rodeado de mendigos, meninos de rua, prostitutas, pessoas que nada podem contribuir para a sociedade.
Eram 3 horas da manhã. Na praça estava montado um pequeno altar com uma vela que teimava ficar apagada por causa do vento. E era uma mulher da vida que estava toda hora ascendendo a vela com o mesmo isqueiro que muitas vezes usava para ascender seu cigarro.
As flores que estavam no altar foram colocadas por alguns jovens. Suas mãos que de dia ficam estendidas pedindo dinheiro ou comida estavam agora estendidas ao altar oferecendo dádivas ao Senhor.
Enquanto todos iam chegando e sentando ao chão, alguns queriam antes confessar seus pecados para depois poderem participar da comunhão. E eu com muito carinho os escutavam e depois voltavam a se sentarem com um sorriso lindo que transparecia alívio.
Chegava gente de toda parte da cidade. Mas gente sofrida e excluída. Gente que de dia eram obrigados a desaparecer.
Pergunto se posso começar, mas alguém me diz que se pudesse esperar um pouco, pois o Sô Zé ainda não tinha chegado. Um velho homem, querido por todos. Como se fosse o ancião da turma.
Com sua chegada começo então a Santa Missa. Já eram quase 4 horas da manhã. E entre orações e palavras a Palavra de Deus se fazia presente no coração de cada um. Isso nos faz lembrar o Jesus que sempre estava junto do povo mais sofrido do seu tempo, não era um Jesus que andava com poderosos e estudados, mas era o Cristo dos pobres e dos marginalizados.
A hora da consagração faz com que todos dobrem seus joelhos perante o Jesus Sacramentado. Momento lindo. Joelhos ao chão, assim como o do próprio Jesus que caiu três vezes com sua cruz.
Muitos comungaram do Corpo e Sangue de Cristo. Outros já não se acharam dignos. Não por si mesmo, mas porque a sociedade ainda teima em julgar quem pode e quem não pode ter Jesus. Mas esquecem que nada e ninguém podem separar o filho de seu Deus.
Depois da Santa Missa chega uma sopa gostosa para abrandar o frio.
E naquela noite os preferidos de Jesus foram alimentados pelo alimento físico e pelo espiritual, pois ambos esquentaram seus corações.
E de repente acordei deste meu sonho.
Estava em casa, deitado na minha cama.
Que pena que preciso sonhar para ver o desejo de Deus acontecer.
Padre Bruce.
Eram 3 horas da manhã. Na praça estava montado um pequeno altar com uma vela que teimava ficar apagada por causa do vento. E era uma mulher da vida que estava toda hora ascendendo a vela com o mesmo isqueiro que muitas vezes usava para ascender seu cigarro.
As flores que estavam no altar foram colocadas por alguns jovens. Suas mãos que de dia ficam estendidas pedindo dinheiro ou comida estavam agora estendidas ao altar oferecendo dádivas ao Senhor.
Enquanto todos iam chegando e sentando ao chão, alguns queriam antes confessar seus pecados para depois poderem participar da comunhão. E eu com muito carinho os escutavam e depois voltavam a se sentarem com um sorriso lindo que transparecia alívio.
Chegava gente de toda parte da cidade. Mas gente sofrida e excluída. Gente que de dia eram obrigados a desaparecer.
Pergunto se posso começar, mas alguém me diz que se pudesse esperar um pouco, pois o Sô Zé ainda não tinha chegado. Um velho homem, querido por todos. Como se fosse o ancião da turma.
Com sua chegada começo então a Santa Missa. Já eram quase 4 horas da manhã. E entre orações e palavras a Palavra de Deus se fazia presente no coração de cada um. Isso nos faz lembrar o Jesus que sempre estava junto do povo mais sofrido do seu tempo, não era um Jesus que andava com poderosos e estudados, mas era o Cristo dos pobres e dos marginalizados.
A hora da consagração faz com que todos dobrem seus joelhos perante o Jesus Sacramentado. Momento lindo. Joelhos ao chão, assim como o do próprio Jesus que caiu três vezes com sua cruz.
Muitos comungaram do Corpo e Sangue de Cristo. Outros já não se acharam dignos. Não por si mesmo, mas porque a sociedade ainda teima em julgar quem pode e quem não pode ter Jesus. Mas esquecem que nada e ninguém podem separar o filho de seu Deus.
Depois da Santa Missa chega uma sopa gostosa para abrandar o frio.
E naquela noite os preferidos de Jesus foram alimentados pelo alimento físico e pelo espiritual, pois ambos esquentaram seus corações.
E de repente acordei deste meu sonho.
Estava em casa, deitado na minha cama.
Que pena que preciso sonhar para ver o desejo de Deus acontecer.
Padre Bruce.
Cachorro velho

Esses dias estava eu na Igreja adorando o Santíssimo Sacramento. Lá estava meu Jesus exposto, sobre um lindo altar, ornado com flores lidas. A igreja estava com poucas luzes, uma melodia instrumental quebrava o silêncio.
Clima gostoso. Tudo calmo. Sem a correria do dia-a-dia, sem a falação das pessoas e sem a minha própria falação. Sem ter que resolver alguma coisa imediatamente.
E de repente o esperado aconteceu: adormeci. Aos poucos meus olhos foram se fechando, minhas ondas celebrais se acalmando. A imagem do altar e do meu Jesus exposto foram ficando cada vez mais longe. E me entreguei ao cansaço físico e espiritual.
Em questão de segundos, sonhei. Alias, mais que um sonho me veio a lembrança uma imagem que estava guardada no meu inconsciente e que aquele momento aflorou. A imagem que me veio foi aquele que vi quando estava eu fazendo visitas missionárias a uma comunidade rural. Cheguei à casa de uma família e lá moravam um casal de velhinhos.
Fui recebido com muito carinho e amor, rezamos em torno da mesa da cozinha. Depois partilhamos de um café gostoso, feito na hora e de um bolo de fubá.
Quando quis ir embora fui convidado a sentar na sala para terminar aquele prosa de conversa. E foi o que fiz. Sentei-me num sofá de três lugares, ao meu lado sentou aquela senhora de aparência tão calma e numa poltrona no meio da sala sentou o velho senhor. Conversa vem e conversa vai, de repente entrou na casa um cachorro já velhinho, alguns pelos brancos, e deitou-se aos pés daquele senhor.
E com um sorriso lindo o velho homem acariciou o seu cão. E disse-me que era sempre assim. Seu cachorro saia de manhã, andava pela roça, corria, vivia varias aventuras e quando ficava cansado voltava para casa e ficava deitado aos seus pés, e ali dormia tranquilamente e descansava para depois voltar as suas aventuras.
Neste instante abri meus olhos e acordei. Voltei para onde estava: na Igreja em plena adoração. Mas aquele sonho me fez perceber algo lindo.
Ali estava acontecendo a mesma coisa que presenciei aquele dia na minha visita. Cão velho e cansado das aventuras do dia-a-dia era eu e Jesus sentado naquela poltrona no meio da casa, que podemos chamar de altar, era aquele senhor que acolhia e acariciava aquele cão que buscava segurança aos pés de seu senhor.
Assim me sinto quando o clima de adoração me faz fechar os olhos e dormir: sou como um cão que dorme tranqüilo aos pés do seu dono.
Padre Bruce
Clima gostoso. Tudo calmo. Sem a correria do dia-a-dia, sem a falação das pessoas e sem a minha própria falação. Sem ter que resolver alguma coisa imediatamente.
E de repente o esperado aconteceu: adormeci. Aos poucos meus olhos foram se fechando, minhas ondas celebrais se acalmando. A imagem do altar e do meu Jesus exposto foram ficando cada vez mais longe. E me entreguei ao cansaço físico e espiritual.
Em questão de segundos, sonhei. Alias, mais que um sonho me veio a lembrança uma imagem que estava guardada no meu inconsciente e que aquele momento aflorou. A imagem que me veio foi aquele que vi quando estava eu fazendo visitas missionárias a uma comunidade rural. Cheguei à casa de uma família e lá moravam um casal de velhinhos.
Fui recebido com muito carinho e amor, rezamos em torno da mesa da cozinha. Depois partilhamos de um café gostoso, feito na hora e de um bolo de fubá.
Quando quis ir embora fui convidado a sentar na sala para terminar aquele prosa de conversa. E foi o que fiz. Sentei-me num sofá de três lugares, ao meu lado sentou aquela senhora de aparência tão calma e numa poltrona no meio da sala sentou o velho senhor. Conversa vem e conversa vai, de repente entrou na casa um cachorro já velhinho, alguns pelos brancos, e deitou-se aos pés daquele senhor.
E com um sorriso lindo o velho homem acariciou o seu cão. E disse-me que era sempre assim. Seu cachorro saia de manhã, andava pela roça, corria, vivia varias aventuras e quando ficava cansado voltava para casa e ficava deitado aos seus pés, e ali dormia tranquilamente e descansava para depois voltar as suas aventuras.
Neste instante abri meus olhos e acordei. Voltei para onde estava: na Igreja em plena adoração. Mas aquele sonho me fez perceber algo lindo.
Ali estava acontecendo a mesma coisa que presenciei aquele dia na minha visita. Cão velho e cansado das aventuras do dia-a-dia era eu e Jesus sentado naquela poltrona no meio da casa, que podemos chamar de altar, era aquele senhor que acolhia e acariciava aquele cão que buscava segurança aos pés de seu senhor.
Assim me sinto quando o clima de adoração me faz fechar os olhos e dormir: sou como um cão que dorme tranqüilo aos pés do seu dono.
Padre Bruce
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Eu aprendi
Eu aprendi que é preciso ter maturidade para saber ouvir as idéias de outras pessoas.
Eu aprendi que o limite é sempre bem vindo em todas as coisas.
Eu aprendi que o tempo é a resposta de muitas coisas.
Eu aprendi que o joio não fica por muito tempo desfarçado em meio ao trigo.
Eu aprendi que a ausência é sinal de algo errado.
Eu aprendi que não posso falar de alguém se esse alguém não está na conversa.
Eu aprendi que as vezes é preciso começar tudo de novo.
Eu aprendi a semente precisa morrer para dar frutos e gerar vida novamente.
Eu aprendi que muitas vezes é facil falar coisas bonitas, mas vive-las é tão dificil.
Eu aprendi que a vida é uma escola e que mesmo nos piores momentos aprendemos muitas coisas.
Eu aprendi que ou eu resolvo meus assuntos pessoais ou posso causar uma tragédia na comunidade.
Eu aprendi que nem sempre estou certo e que devo me permitir dar o direito de estar errado.
Eu aprendi a aprender!
Padre Bruce
Eu aprendi que o limite é sempre bem vindo em todas as coisas.
Eu aprendi que o tempo é a resposta de muitas coisas.
Eu aprendi que o joio não fica por muito tempo desfarçado em meio ao trigo.
Eu aprendi que a ausência é sinal de algo errado.
Eu aprendi que não posso falar de alguém se esse alguém não está na conversa.
Eu aprendi que as vezes é preciso começar tudo de novo.
Eu aprendi a semente precisa morrer para dar frutos e gerar vida novamente.
Eu aprendi que muitas vezes é facil falar coisas bonitas, mas vive-las é tão dificil.
Eu aprendi que a vida é uma escola e que mesmo nos piores momentos aprendemos muitas coisas.
Eu aprendi que ou eu resolvo meus assuntos pessoais ou posso causar uma tragédia na comunidade.
Eu aprendi que nem sempre estou certo e que devo me permitir dar o direito de estar errado.
Eu aprendi a aprender!
Padre Bruce
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Meu Jesus é assim
Você já reparou que a Santa Palavra de Deus em nenhum momento apresenta Jesus com algum sorriso ou tendo alguma atitude alegre? Esta pergunta já foi feita e refletida por vários teólogos no decorrer dos tempos. Nenhum deles chegaram a uma resposta concreta. Ou Jesus realmente era assim, homem sério, de poucas palavras e gestos comunicativos, ou os autores da Palavra de Deus não quiseram relatar essa personalidade até agora desconhecida de Jesus.
Mas aqui entre nós, acho impossível alguém que venha do céu para revelar um Deus que é amor ter uma postura tão séria e rude.
Meu Jesus com certeza era um homem comunicativo, sorridente, que cativava todos quantos chegava até ele. Um mestre que sabia sorrir com quem se alegrava e chorar com quem se entristecia. Fico imaginando o carinho que Jesus tinha com seu grupo de apóstolo. Como pode alguém renunciar sua família e seus sonhos? Certamente para seguir uma pessoa linda e maravilhosa. Quando os discípulos duvidavam da sua capacidade de ir mais além Jesus certamente mostrava-lhes que podiam sim. Não com gritos ou frases rudes, mas com carinho, com palavras doces que os faziam descobrir sua força interior. Jesus era homem social, gostava de estar junto das pessoas. Prova disto é a festa nas Bodas de Canaã. Festa não é lugar pra ficar quieto no canto, sem querer ter pessoas do seu lado. Jesus dançava, cantava, e tinha muitos amigos ao seu redor. Brincava e conversava como qualquer outra pessoa.
Quando curava os doentes, muito mais que a dor física, mas curava a falta de amor e atenção que as pessoas estavam sofrendo. E só podia ser curadas por um belo sorriso e um abraço aconchegante. Passava as mãos nos cabelos das pessoas e olhava fixamente em seus olhos e dizia: “Vai, a tua fé te salvou”.
Teve todos os motivos do mundo para desistir do seu grupo de apóstolos, mas ao contrário disso, não desistiu. Por quê? Talvez soubesse que tinha escolhido a classe mais simples e humilde que existia na época, pescadores e cobradores de impostos, e por isso ao invés de desistir, acolhia e amava-os cada vez mais. Ate ria das coisas erradas que falavam ou faziam.
Meu Jesus é aquele que deixou que chegassem até ele as crianças. Tem gente mais sincera e que sabe reconhecer uma pessoa verdadeira do que as crianças? Como poderia um homem serio e rude agradar as crianças? É porque Jesus era feliz e alegre como as crianças. Não me espantaria se o evangelista descrevesse que Jesus depois de ter dito que o Reino dos Céus só entra quem se fizer como criança tivesse rolado no chão junto com as crianças ou brincado a tarde inteira com elas.
Jesus amava os pobres, nasceu pobre e morreu pobre. Ele fazia questão de passar no meio deles para cativá-los. E com certeza sentava-se ao lado de cada um para ouvir sua história de vida. Dava a maior atenção do mundo para eles. Fazia rodinha de conversa, contava historias engraçadas. E pra despedir perguntava o que eles queriam: “Que eu enxergue senhor” ou “que eu ande senhor”. E assim acontecia toda vez que alguém ficava com Jesus, pois é impossível passar pela experiência de com Jesus e sair do mesmo jeito.
Quando penso neste meu Jesus acredito quão grande foi a sua dor La no alto da cruz. Homem do povo, cheio de amigos, mas ali abandonado. Poderia ser tão diferente. A solidão da cruz poderia ser substituída por um cenário cheio de gente, amigos, parentes, aquela multidão de cinco mil homens que ele matou a fome.as não, meu Jesus tão doce a amável, amou-nos no silêncio da dor.
Meu Jesus é assim, alegre, espontâneo, sorridente, atencioso, carinhoso e por isso, corajoso a ponto de dar sua vida.
Mas aqui entre nós, acho impossível alguém que venha do céu para revelar um Deus que é amor ter uma postura tão séria e rude.
Meu Jesus com certeza era um homem comunicativo, sorridente, que cativava todos quantos chegava até ele. Um mestre que sabia sorrir com quem se alegrava e chorar com quem se entristecia. Fico imaginando o carinho que Jesus tinha com seu grupo de apóstolo. Como pode alguém renunciar sua família e seus sonhos? Certamente para seguir uma pessoa linda e maravilhosa. Quando os discípulos duvidavam da sua capacidade de ir mais além Jesus certamente mostrava-lhes que podiam sim. Não com gritos ou frases rudes, mas com carinho, com palavras doces que os faziam descobrir sua força interior. Jesus era homem social, gostava de estar junto das pessoas. Prova disto é a festa nas Bodas de Canaã. Festa não é lugar pra ficar quieto no canto, sem querer ter pessoas do seu lado. Jesus dançava, cantava, e tinha muitos amigos ao seu redor. Brincava e conversava como qualquer outra pessoa.
Quando curava os doentes, muito mais que a dor física, mas curava a falta de amor e atenção que as pessoas estavam sofrendo. E só podia ser curadas por um belo sorriso e um abraço aconchegante. Passava as mãos nos cabelos das pessoas e olhava fixamente em seus olhos e dizia: “Vai, a tua fé te salvou”.
Teve todos os motivos do mundo para desistir do seu grupo de apóstolos, mas ao contrário disso, não desistiu. Por quê? Talvez soubesse que tinha escolhido a classe mais simples e humilde que existia na época, pescadores e cobradores de impostos, e por isso ao invés de desistir, acolhia e amava-os cada vez mais. Ate ria das coisas erradas que falavam ou faziam.
Meu Jesus é aquele que deixou que chegassem até ele as crianças. Tem gente mais sincera e que sabe reconhecer uma pessoa verdadeira do que as crianças? Como poderia um homem serio e rude agradar as crianças? É porque Jesus era feliz e alegre como as crianças. Não me espantaria se o evangelista descrevesse que Jesus depois de ter dito que o Reino dos Céus só entra quem se fizer como criança tivesse rolado no chão junto com as crianças ou brincado a tarde inteira com elas.
Jesus amava os pobres, nasceu pobre e morreu pobre. Ele fazia questão de passar no meio deles para cativá-los. E com certeza sentava-se ao lado de cada um para ouvir sua história de vida. Dava a maior atenção do mundo para eles. Fazia rodinha de conversa, contava historias engraçadas. E pra despedir perguntava o que eles queriam: “Que eu enxergue senhor” ou “que eu ande senhor”. E assim acontecia toda vez que alguém ficava com Jesus, pois é impossível passar pela experiência de com Jesus e sair do mesmo jeito.
Quando penso neste meu Jesus acredito quão grande foi a sua dor La no alto da cruz. Homem do povo, cheio de amigos, mas ali abandonado. Poderia ser tão diferente. A solidão da cruz poderia ser substituída por um cenário cheio de gente, amigos, parentes, aquela multidão de cinco mil homens que ele matou a fome.as não, meu Jesus tão doce a amável, amou-nos no silêncio da dor.
Meu Jesus é assim, alegre, espontâneo, sorridente, atencioso, carinhoso e por isso, corajoso a ponto de dar sua vida.
Padre Bruce
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